29.7.17

mataram a cotovia | à mesinha de cabeceira

Sem título

Sabem quando transcrevo uma frase ou outra de livro só para os fazer ficar cheios de vontade de ir a correr comprar o livro à livraria mais próxima? Com Mataram a Cotovia eu gostava de transcrever o livro de uma ponta à outra. Leitura obrigatória para quem deixou passar este livro ao lado. Com extra de ter uma capa muito bonitinha, não?

ah, voltei a usei o goodreads, adicionem-me por lá. 

27.7.17

metaforicamente falando

Sem títuloSem título

Ao longo dos anos sempre ouvi reprimendas para a minha pouca sensibilidade para ser sensível. Corrigo. Sensível eu sou. Choro, irrito-me, grito e sei rir até ficar com dores de barriga como nunca vi fazer. Sou até bastante dada a emoções e preocupo-me sempre em tentar perceber quem vai sair magoado (porque há sempre alguém, não é?). Sou eu os outros? A escolher prefiro que seja eu, mas nem sempre me vi livre de fazer alguém chorar. Mas não interessa, não era nada disto que queria dizer. Sempre ouvi queixumes da minha falta capacidade de me expressar convenientemente, como todo o mundo. Não digo 'gosto de ti' ou 'também te amo'. Para ser sincera, eu não acho que o problema seja verdadeiramente meu é mais das minhas pessoas: não sabem descobrir sentimentos em 'avisa quando chegares a casa', ou 'leva um casaquinho'. Ah, não sabem eles como estas palavras são o máximo que meu orgulho consegue dar, mas vão cheias de coração, lá isso vão.

25.7.17

7º ANIVERSÁRIO - CONCERTO: TRUE COLORS

Já começa a fazer parte da tradição do verão fotografar o concerto do Coro Contigo em que celebram o seu aniversário. Este ano completaram sete anos e sempre muito bem acompanhados apresentaram um espectáculo muito especial. É com prazer e carinho que vejo este projeto crescer e tornar-se em algo cada vez mais especial e mágico. 

Coro Contigo | 7º AniversárioCoro Contigo | 7º Aniversário Coro Contigo | 7º Aniversário Coro Contigo | 7º Aniversário Coro Contigo | 7º Aniversário Coro Contigo | 7º Aniversário Coro Contigo | 7º AniversárioCoro Contigo | 7º Aniversário Coro Contigo | 7º Aniversário Coro Contigo | 7º Aniversário Coro Contigo | 7º AniversárioCoro Contigo | 7º Aniversário Coro Contigo | 7º Aniversário Coro Contigo | 7º Aniversário Coro Contigo | 7º Aniversário Coro Contigo | 7º Aniversário Coro Contigo | 7º Aniversário Coro Contigo | 7º Aniversário Coro Contigo | 7º AniversárioCoro Contigo | 7º Aniversário Coro Contigo | 7º AniversárioCoro Contigo | 7º Aniversário Coro Contigo | 7º Aniversário

24.7.17

i choose you like a Pokémon | junho 2017

no mês de junho deixei um pouco a fotografia de lado e decidi guardar as memórias do mês em vídeo. ah! não estou nada arrependida da minha escolha. desde da sardinhada, ao vinho que não bebi passando pelo café dos primos e os tons azuis de cascais, fico contente por tudo ser capturado de um modo um pouco mais natural. 
 

23.7.17

coolest videos to the coolest songs

17.7.17

nove anos de gentesentada

É verdade! Na passada sexta-feira (14) o blog celebrou os seus nove anos de existência. Para celebrar fui comer uma fatia de cheesecake - a minha sobremesa preferida - e enquanto tentava encontrar as palavras necessárias para mostrar aquilo que este espaço significa para mim, lembrei-me de perguntar a algumas amigas & seguidoras de muito tempo e que me são muito queridas aquilo que este espaço significa também para elas.

O teu blog para mim é uma casa de uma amiga que é sempre a mais linda, a mais autêntica e a que me sinto mais bem vinda. O teu blog é uma janela para novas perspectivas, que me faz acreditar que o mundo é mesmo um lugar melhor. Mariana do Chá & Girassóis  
O teu blog é voltar a casa depois de muito tempo, é o saber bem ir lá, entrar lá e saber que nos esperam coisas boas. Ideias boas. Sorrisos bons. É voltar a casa, sim, é mesmo essa a melhor definição para o teu blog. É voltar a casa. É estar em casa. E estar bem. ❤ Beijinhos, parabéns, e venham mais nove e mais nove e mais nove. Inês    
Oh Martocas, tu sabes que sou terrível nestas coisas. O teu blog é especial, colorido e sincero, como tu. É um reflexo do teu humor e do teu percurso desde que tinhamos 15 anos. É um álbum de família que viu as tuas primas e os teus sobrinhos nascer. É tudo o que gostas e já gostaste. É o teu auto-retrato. Manuela (a melhor amiga de sempre para sempre) 

9 anos de gentesentada

As mensagens que decidiram partilhar comigo foram surpreendentes e tão simpáticas que até me conseguiram deixar de lágrima no canto de olho. Sem dúvida que todas me trouxeram uma motivação extra para dedicar ainda mais do meu tempo a este cantinho, que eu acho sempre que é uma óptima maneira de passar o meu tempo livre!
Há já muito tempo que mantenho uma lista de atalhos para os blogues que gosto de seguir. E já há muito tempo que o gente sentada faz parte dela. É aquele cantinho que me deixa sempre bem disposta e me ensina sempre alguma coisa. É um lugar sincero, simpático e feliz. Parabéns Marta pelos 9 anos de blogue 😊 Solange do Miúda
Bem, eu comecei a seguir o teu blog, quando o encontrei por acaso, só pelo teu layout. Fascinou-me logo à primeira e pensei, um dia o meu também vai ser assim: bem estruturado e bonitinho, super vivo e bem combinado a nível de cores. Quando me comecei a aperceber do conteúdo percebi realmente que o talento e realismo dos posts eram a cereja no topo do bolo. Sempre que passo pelo blog desejo ter algum post novo teu por ver, só pelo encanto do profissionalismo das tuas fotos. O teu olhar fotográfico e estético é qualquer coisa de maravilhoso. Obrigada por partilhas experiências tão boas com todos os teus seguidores. Nês do incontro(verso) 
Oh Martinha, o teu blog é o meu favorito desde 2008. Foi quando comecei eu própria. Tu inspiraste-me a fotografar e a criar. É o único que ainda hoje, vejo sempre que tem uma publicação! Há algo de bonito na dedicação que lhe tens. Em cada fotografia, palavra ... tudo mini actos de amor para com o mundo. Obrigada! Maria João do belle âme

Para mim, este espaço é uma espécie de diário de bordo ~como aqueles que sempre me pediram para ter no secundário e nunca soube manter. Já comparei o blog a um terceiro braço e é quase isso, algo que está sempre presente que serve como forma de motivação, inspiração e reforço para não desistir. Ao mesmo tempo funciona como um psicólogo ou como um palco onde posso explorar as minhas várias facetas e ir criando um grupo de amigos e pessoas dispostas ajudar, falar e ensinar!

Nasceu da necessidade de partilhar e explorar os sentimentos da míuda que era na altura e desde então tem sido uma parte importante do meu dia-a-dia. Agora avança comigo nos receios e angústias que é viver esta fase de pré-adulta sem saber que escolhas fazer, vamos lá ver onde tudo isto nos vai levar. Uma coisa é certa, vou estar aqui para partilhar.

Nos últimos meses, acho que tem sido bastante reflexivo e a abordar angústias ou coisas que são comuns a todos nós, o que é óptimo, mas mantendo também o conteúdo artsy. Ana
Muitos parabéns!! Quem diria que já está tão "crescido". Continua que vais ter sucesso . Sara

15.7.17

verão em versão de bolso

(que é como quem diz, instastories & coisas parecidas)

810 9754 31

14.7.17

snaps from cascais

snaps from cascais snaps from cascais snaps from cascais snaps from cascais snaps from cascais snaps from cascais snaps from cascais snaps from cascais snaps from cascais

Percebi que quando me encontro em modo férias não me lembro da agenda, não a uso e a ser sincera, nem sei sequer onde pára a mesma. Faço tudo em modo de instinto, ajusto-me á vida dos outros e aproveito para fazer longas sestas. Encolho os ombros perante tal constatação, a verdade é que me sinto bem assim. 

12.7.17

a vida não é aqui | a mesinha de cabeceira

A ternura nasce no instante em que somos lançados no limiar da idade adulta e em que percebemos cheios de angústia as vantagens da infância, das quais não nos dávamos conta quando éramos crianças. A ternura é o susto que a idade adulta nos inspira. A vida não é aqui de Milan Kundera, pág. 137
  a vida não é aqui | mesinha de cabeceira
Depois de ter lido 'a insustentável leveza do ser', que ficou como um dos meus livros preferidos, fiquei bastante curiosa em relação ao autor e passado algum tempo a namorar os títulos decidi trazer para casa o 'a vida não é aqui'. Este livro conta-nos a história de um poeta desde da sua infância até à sua morte, passando pelos e altos e baixos que um artista tem que sofrer enquanto procura o seu caminho, as suas vontades, aquilo que é, que defende e acredita. Gostei muito mas teria adorado se o tivesse lido aos quinze anos, como me iria identificar com tantas das crises deste poeta, oh!
Não queremos com isto dizer que o corpo lhe fosse indiferente. A ideia da nudez feminina dava-lhe vertigens. Mas registemos escrupulosamente a seguinte diferença subtil: Ele não desejava possuir um corpo de rapariga; desejava um rosto de rapariga iluminado pela nudez do corpo. Não desejava possuir um corpo de uma rapariga; desejava possuir um rosto de rapariga e que esse rosto lhe ofertasse o corpo como prova do seu amor. A vida não é aqui de Milan Kundera, pág. 136

a vida não é aqui | mesinha de cabeceira

11.7.17

elogios

auto-retrato

Não passava de uma miúda -ah quem quero enganar, ainda sou uma miúda- quando recebi aquele que viria a ser o melhor elogio que tive direito a receber. Disse-me o Pedro-Miguel-que-queria-apenas-ser-Miguel que és especial e irás sempre destacar-te numa multidão. Disse-o, na altura, com a melhor das intenções -não, ele não estava a dizer que eu falava demasiado alto ou usava roupa pirosa. Já na altura (tive essa sensatez) percebi que estas palavras seriam importantes e tentei memoriza-las, tanto quando podia. Já sabendo, mesmo sendo apenas crianças (teríamos os nossos 14 ou 15 anos) que iria ser muita curta a ligação que partilhávamos. E olha que foi verdade, depois disso falamos uma vez, pediu-me ajuda com uma prenda para a namorada e sendo ele a pessoa que me fez o melhor elogio dediquei-me a essa prenda como se de uma namorada minha se tratasse. Ainda assim, não tive coragem de falar da importância das suas palavras e de que tempos em tempos me lembrava delas e dele. Como podia? Imagina só que se dava o caso dele nem se lembrar delas, ou pior, nem sequer concordar com elas. Que validade teria depois o melhor elogio que já recebi?

P.s.: também não lhe disse que Pedro é, agora, o meu nome preferido.

6.7.17

futuro

comecei uma poupança com o nome don't kill my vibe. acho que se continuo assim vou no caminho certo, seja para o que for. 
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