30.9.16

com sessenta anos

quero ter mais calma, ser menos nervosa, menos impulsiva. aos sessenta anos - e depois também - quero irritar-me menos, com menos facilidade - com muito menos facilidade. quero paz, sabedoria e calma. quero ter a cabeça para me chatear menos, muito menos. quero saber escolher as guerras que valem a pena e que o resto das emoções saibam ser leves.

Sem título

29.9.16

life lately


o outono começou, mas nem sinal dele;
ainda não entrei no ritmo da escola;
estou numa relação de amor-ódio com este blog, vai passar;
tenho trabalhado muito para a mau humor;
estou a desenvolver um novo projeto para breve;
vou começar o projeto 52weeks com auto-retratos, outra vez, em 2017;
estou bem, estou cansada, estou feliz e infeliz, é do final da estação.

28.9.16

outfits for our trip to Porto

outfits for our trip to portooutfit outfitoutfits for our trip to porto

Quando viajo por muito ou pouco tempo gosto de ir leve e a roupa não é o prioridade em relação ao equipamento fotográficos, os carregadores, o portátil, um livro... Especialmente porque maior parte do tempo vou utilizar transportes públicos e ainda me esperam muitas horas a pé antes de me ver livre do peso da mala. No entanto, esta visita ao Porto moldou-se de uma outra forma e levei algumas das minhas peças de roupa preferidas, os cenários convidavam a mais umas fotografias e pronto, decidimos experimentar fazer algo diferente (ainda temos que treinar esta parte!). Para além de evidenciar a preferência por roupas claras, práticas e leves, queria dizer que personalizei esses calções cor-de-laranja ao acrescentar essas bolinhas que acho que fez toda a diferença. Adoro-as e usava-as em tudo, se pudesse! 

27.9.16

acordar devagar

acordar devagar acordar devagar acordar devagar

Because I know there are people who say all these things don’t happen. And there are people who forget what it’s like to be sixteen when they turn seventeen. I know these will all be stories some day, and our pictures will become old photographs. We all become somebody’s mom or dad. But right now, these moments are not stories. This is happening. I am here, and I am looking at her. And she is so beautiful. I can see it. This one moment when you know you’re not a sad story. You are alive. And you stand up and see the lights on the buildings and everything that makes you wonder. And you’re listening to that song, and that drive with the people who you love most in this world. And in this moment, I swear, we are infinite. the perks of being a wallflower

26.9.16

Jardim da Cidade de S. Pedro do Sul

Tenho imensa pena de só ter descoberto este jardim no final das férias de Verão e por isso tive apenas uma oportunidade de o visitar mas fiquei super fã! Muita sombra, podemos molhar os pés (e até havia crianças na água), muita relva verde e bem tratada. Vou querer visitar muitas vezes quando a próxima primavera chegar!

Passear | S. Pedro do SulPassear | S. Pedro do Sul Passear | S. Pedro do SulPassear | S. Pedro do Sul Passear | S. Pedro do Sul Passear | S. Pedro do SulPassear | S. Pedro do Sul

24.9.16

Para visitar: Ribeira | Porto

Ribeira | Porto Ribeira | Porto Ribeira | Porto Ribeira | PortoRibeira | Porto

23.9.16

Para comer: Pimenta Rosa | Porto

Pimenta Rosa | Porto Pimenta Rosa | Porto

Acho que depois desta série de publicações sobre o Porto se tornou óbvio que uma das minhas coisas preferidas para fazer em viagem é comer em sítios novos e diferentes e neste caso, em sítios repetidos também! O Pimenta Rosa e o seu bolo de chocolate fazem parte da tradição das visitas ao Porto. As demoradas, as curtas, de barriga cheia ou vazia. Adoro o bolo, o espaço, o ambiente. Fico sempre com vontade de trazer tudo comigo para Viseu.

Pimenta Rosa | PortoPimenta Rosa | Porto Pimenta Rosa | Porto

21.9.16

passear de carro

Num desses domingos sem nada para fazer, eu, os meus pais e a minha irmã fomos dar uma volta de carro e aproveitar para apanhar um pouco de ar fresco (sabem aquela altura de muitos incêndios e que o ar estava irrespirável?). Acabámos por parar à beira da estrada por uns dez minutos e tirei estas fotografias, poucas, mas as suficientes para perceber, ao olhar para elas hoje, que em cada momento, em cada sítio, em cada espaço, há sempre algo bonito para trazer connosco.

Passear | ViseuPassear | Viseu Passear | Viseu Passear | Viseu Passear | Viseu

20.9.16

Para comer: Munch-ie | Porto

Demorei algum tempo para fazer esta publicação porque gosto de guardar o gentesentada para publicar as coisas que mais gosto e este espaço não ficou na lista dos meus preferidos, mas tem os seus pontos positivos e esses devem ser realçados. O espaço é super bonitinho, de decoração querida, de preço acessível e fica no 'Food Corner' um prédio com vários restaurantes nos diferentes andares. Eu não gostei da minha escolha e achei que o pedido demorou demasiado tempo para chegar, mas irei voltar ao prédio para espreitar o andar de cima de onde vinham umas pizzas com super bom aspecto. 

munchie | Portomunchie | Porto

19.9.16

finding all the summer, capítulo oito


Estou preparada para encerrar este capítulo sobre as férias de verão e por isso, esta será das últimas publicações sob o título finding all the summer (pelo menos durante este ano, claro). O objectivo era registar e aproveitar os pequenos momentos do verão, saborear estas férias que já não tinha à quatro anos e guardar as boas memórias. Agora regresso às aulas de cabeça fresca, cheia de vontade de colocar mãos à obra e aprender novas coisas e quero dedicar-me totalmente a esta nova etapa e concluí-la da melhor forma possível. Para terminar as férias fizemos mais piqueniques (eu e as minhas irmãs), comi gelado, visitei o Porto (ok, vocês já sabiam isso), acabei de ler mais um livro e iniciou outro (da Joanne Harris, a minha autora preferida), joguei futebol com o meu sobrinho, vi filmes, séries, comi gomas e vesti a roupa mais fresca do meu armário até me fartar dela.

18.9.16

Lugar-Comum



A instalação artística “Lugar-Comum” surge como um projeto de artes plásticas e multimédia que parte de inquietações pessoais relacionados com a forma como as pessoas interagem entre si e com a falta de eficácia que se verifica nas ações de sensibilização levadas a cabo sobre alguns dos temas mais fraturantes da nossa sociedade. Assim, a instalação debruça-se sobre o indivíduo na sua componente individual e coletiva como cerne de todo o seu desenvolvimento e consequentemente das suas ações para com os outros, concretizando-se com recurso à fotografia impressa, som, objetos usados e sensores. 

Instalação Artística, Lugar-Comum. O meu projeto Artes Plástica & Multimédia, ou seja, o meu projeto de final de curso e que eu ainda não tinha vindo aqui falar a sério, curiosos? Vejam o vídeo, visitem o blog (onde podem conhecer as inspirações, os objetivos, o porquê do nome, os processos) e partilhem comigo a vossa opinião! 

17.9.16

ilusões | vamos falar de fotografia?

Fotografia do meu sobrinho mais velho, quando tinha nove anos e lhe ofereci uma câmara descartável.

Antes de avançarmos para o assunto que vos trago hoje quero perguntar-vos como correram as vossas experiências no manual? Já deixaram de lado o medo? A preguiça? Já reservaram uns dias só para andarem a fotografar? Como o feedback para a última publicação (o triângulo: onde falo de ISO, abertura e velocidade) foi tão positivo estou mais do que motivada para continuar e nos próximos tempos irei falar de enquadramento, retratos, fotografia analógica e muitas outras coisas que já estão planeadas. Se estão interessados, fiquem desse lado, contem-me as vossas dúvidas, partilhem as vossas sugestões. Ah, e partilhem as vossas experiências comigo. Adoro ver, estar a par e ajudar. Foi num acaso que me deparei com a publicação da Lígia no seu blog, Perder o medo do manual, em que partilha algumas das fotografias que tirou seguindo também algumas das sugestões da última publicação e não ficaram bem giras?

tweet do @pedron em relação à publicação o triângulo

Ok, em relação ao que me trouxe aqui hoje: enquadramento. Posso confessar uma coisa? Queria saltar, adiar, não-escrever-de-todo esta publicação porque não sei ao certo o que dizer. Para mim, na-minha-opinião-super-pessoal-e-nada-profissional, o enquadramento é algo muito pessoal, algo genuíno e o que melhor demonstra a maneira como vemos o mundo e acabará por nos distinguir do trabalho de outras pessoas. Acredito que quando mais sabemos mais pode prejudicar o nosso estilo e a nossa maneira MAS não daria para contornar o assunto, iria sempre saber que havia uma falha. Assim em vez de me debruçar muito sobre a teoria vou só deixar algumas dicas que poderão melhorar, bastante, as vossas fotografias.

16.9.16

à mesinha de cabeceira: o peso da leveza

A 'Insustentável leveza de ser' de Milan Kundera que também já adaptado ao cinema foi, definitivamente, um dos meus livros preferidos deste ano. Foi tão preferido que não vos falei dele porque me falharam as palavras. Não tanto pela história do livro mas pelos os assuntos que aborda. Por nos fazer pensar, por nos fazer conversar connosco próprios sobre as questões levantadas, por tratar de tantos temas e de uma forma tão natural e encadeada que não queremos parar de ler o livro nem por um segundo.
O eterno retorno é uma ideia misteriosa de Nietzsche que, com ela, conseguiu dificultar a vida a não poucos filósofos: pensar que, um dia, tudo o que se viveu se há-de repetir outra vez e que essa repetição se há-de repetir ainda uma e outra vez, até ao infinito! Que significado terá este mito insensato? O mito do eterno retorno diz-nos, pela negativa, que a vida, que há-de desaparecer de uma vez por toda para nunca mais voltar, é semelhante a uma sombra, é desprovida de peso, que, de hoje em diante e para todo o sempre, se encontra morta e que, por muito atroz, por muito bela, por muito esplêndida que seja, essa beleza, esse horror, esse esplendor não tem qualquer sentido. Não vale mas do que uma guerra qualquer do século XIV entre dois reinos africanos, embora nela tenham perecido trezentos mil negros entre suplícios indescritíveis. (A insustentável leveza do ser, Milan Kundera, - pág.9)

A Insustentável Leveza do Ser - Milan Kundera

Comprei uma versão de bolso, capa verde e ainda bem, andou comigo para todo o lado, com páginas marcadas, folhas sublinhadas, quase páginas perdidas. Como um verdadeiro livro de bolso, de guerra, acompanhou-me e li em cada quinze minutos livres que tive. E bem sei que tenho tentado vender, dar e emprestar os meus outros livros - porque bem materiais não são assim tão importantes e nunca me vi a repetir uma leitura - mas este, em conjunto com os da Joanne Harris e o Diário de Etty é para ficar e abrir num acaso e encontrar algo especial. 
Einmal ist keinmal. Uma vez não conta. Uma vez é nunca. A história da Boémia não há-de repetir-se segunda vez, a história da Europa também não. A história da Boémia e a história da Europa são dois esquissos que a inexperiência da humanidade traçou. A história é tão leve como a vida do individuom insustentavelmente leve, leve como uma pena, como poeira ao vento, como uma coisa que há-de desaparecer amanhã(A insustentável leveza do ser, Milan Kundera, - pág. 227)

A T, que leu antes de mim disse: Não só um título incrivelmente denso e cativante, mas uma obra doce, cativante e forte que nos leva e enleva ao longo da vidas personagens que se apresentam sem aviso ou ordenação (ler mais).

Parece que existe no cérebro uma zona perfeitamente especifica que poderia chamar-se memória poética e que regista aquilo que nos encantou, aquilo que nos comoveu, aquilo que dá à nossa vida a sua beleza própria.. Desde que Tomas conhecera Tereza, nenhuma mulher tinha o direito de deixar qualquer marca, por mais efémera que fosse, nessa zona do seu cérebro. (A insustentável leveza do ser, Milan Kundera, - pág. 260)

p.s.: estou a vender alguns dos livros que já li e até vos falei deles, vejam aqui.  

14.9.16

dos cantos do Porto

das minhas coisas preferidas para fazer em qualquer cidade: descobrir pequenos cantos e cenários bonitos para tirar fotografias. não resisti ao cor-de-rosa e os vasinhos deste espaço. 

cantos do portocantos do porto cantos do portocantos do porto

13.9.16

Para visitar e adorar: Rota do chá no Porto

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Nas nossas últimas horas no Porto decidimos passar neste local e foi mais uma estreia fantástica para nós. Um lugar super calmo, tranquilo, bonito e confortável. Estivemos por lá um bom bocado, experimentamos dois chás diferentes, um inspirado nas festas do Rio Janeiro e um chá chinês. Ficou a promessa de um regresso muito em breve para provarmos o bolo de chocolate, sumo de laranja e uns outros chás. 

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