27.6.15

26/52 Weeks


Depois de muito caminhar para tirar a fotografia da semana - estava tanto calor que até nos custava a pensar - eu e o Luís lembramos-nos de um sítio com cactos que ainda não tínhamos visitado para servir de cenário a este projecto. Eu adoro cactos (como já é sabido por aqui) e estou particularmente apaixonada pela primeira fotografia e quanto à mala (e já agora o vestido também) foi a minha mãe que fez. Acho-a super gira e tenho usado quase todos os dias! 

26.6.15

diário com um bicicleta

25.6.15

mudar de hábitos, parte três

Lembram-se de ter dito que havia alguns hábitos & rotinas que eu queria mudar? Um desses hábitos estava relacionado com a maneira de tomar o pequeno-almoço e como eu queria levar essa refeição mais a sério e tirar um bocadinho da manhã para o fazer sem o stress do dia-a-dia. Tem sido uma tarefa bem sucedida, quase todos os dias, e geralmente aproveito para ler os meus blogs preferidos e ver que actualizações fizeram. - Óptima maneira de começar o dia, cheia de inspiração -. Claro que agora é um pouco mais fácil porque estou de férias da escola e não tenho que ir a correr para aquela aula em que já estou atrasada, mas acho que com estes meses que me separam agora do começo das aulas poderá ser um hábito que fique e que depois seja mais fácil de gerir. 

24.6.15

dizer olá ao verão!

23.6.15

25/52 weeks

1,2,3 vamos lá! Hoje eu trago uma publicação que considero ser bastante especial. Ou pelo menos, eu estou super ansiosa por começar a fazer mais publicações dentro deste género e por isso espero que vocês gostem também e me digam se é coisa para continuar ou não (que eu até tenho mais algumas coisas nos rascunhos!). Então, isto são algumas das coisas que eu tenho aprendido ao trabalhar muitas vezes com pessoas que não gostam assim tanto de fotografia, ou pelo menos não tanto quanto eu! Assim, ao longo destes anos de fotografia (e de blog, já agora, que uma coisa foi acompanhando a outra) tive a companhia e a paciência da Manuela, que ia comigo para muito lado, servindo de modelo e muitas vezes de tripé. Mais tarde veio a minha irmã (que reclama sempre muito comigo por a colocar no papel de tripé!) e agora o Luís, que tem sido uma experiência muito boa para nós como casal e como pessoas das artes (ia dizer artistas, mas tenho comichão com essa palavra). Nas questões mais relacionadas com os auto-retratos (que é o exemplo que eu trago hoje) peço sempre ajuda a um destes três para conseguir coisas mais engraçadas. Se vocês estão a pensar em começar este projecto, aconselho que arranjem alguém para fazer equipa e vão ver os resultados aparecer de forma engraçada. 




1. Avaliar o local e tirar o melhor partido deste 
É importante que o sítio que se escolhe para tirar as fotografias seja engraçado e bonitinho. Eu, pessoalmente, rendo-me sempre a jardins e sítios com corredores (corredores? assim como os que aparecem nestas fotografias e nestas) mas algo que eu fui aprendendo ao longo dos anos é que todos os sítios têm algo para nos oferecer se observarmos com atenção suficiente. O exemplo que trago hoje é um rio que é fantástico só por existir e nós costumamos frequentá-lo bastante durante o verão. Mas isso não quer dizer que não seja preciso parar para analisar o espaço antes de começar a fotografar. 
Mesmo pelo facto de ser um espaço que é por nós conhecido e até já tinha servido de cenário para este projecto (14/52 Weeks) decidimos caminhar mais um pouco e ir até a uma das margens que não costumamos usar. Acreditem ou não, até foi difícil começar. 




2. Pensar & testar planos 
Como disse antes, para este projecto (e para outras fotografias que fui fazendo ao longo do ano dentro deste género) costumo usar tripés humanos que muitas vezes não adoram fotografia, ou simplesmente não estão dentro da minha cabeça para adivinhar o que estou a pensar e como quero as coisas. Assim ao testar estes planos: comigo própria, com a outra pessoa, ou sem ninguém, para além de se perceber o que resulta ou não (por vezes pode ser difícil ter esta noção se estivermos sempre à frente da câmara), conseguimos também explicar o que se quer ou não e encontrar pontos de referência para quando volto a passar a câmara para outras mãos: postes, árvores, aquela pedra no chão... 
Com o tempo e com a confiança, as pessoas que escolho para me ajudarem, começam a sugerir e experimentar outros planos e muitas vezes resultam bem também e assim o trabalho de equipa é mais fluído. 





3. A roupa 
Pode parecer um tópico meio fútil mas eu acho que neste projecto faz algum sentido. Maior parte das vezes eu e o Luís escolhemos um dia da semana para tirar a fotografia da semana, por isso, porque não tirar cinco minutos do meu dia a escolher algo para usar? 
Por exemplo, nesta semana, já tínhamos planeado tirar as fotografias junto ao rio. Como estava algum frio e era sábado andava de calças de ganga e casaco de fato de treino... Acho que as fotografias não teriam ficado tão giras senão tivesse levado o vestido branco na mochila para trocar quando chegasse lá. 






4. Experimentar 
Experimentar muitas vezes, mas não em demasia. Se não está a correr bem, tentar de outros planos e em outros sítios. 
p.s.: se tiverem um tripé humano com vocês tentem não levar a sua paciência ao limite logo na primeira tentativa. Eu sei que nisto sou um bocadinho mais chata! 





5. É permitido muita brincadeira pelo meio 





6. Fotografar, fotografar, fotografar!
(diz que em manual os resultados são mais fieis àquilo que queremos, eu assino por baixo, mas acho que isso são conversas para outra publicação)

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