31.3.10

o chá das cinco

i have built a treehouse, nobody can see us, it's a you and me house.



i have built a treehouse. i have built a treehouse, nobody can see us, it's a you and me house. i've been climbing rocks and stones, been collecting broken bones. i've been swimming across the lakes just to find this perfect place. i got lost into the woods, i've been covered up in mud, i've been going through a lot, just to find this perfect spot. Vá, não é uma casa na árvore, mas é bonita na mesma, não achas? (i'm from barcelona, deixa-me sempre sempre de bom humor)

i’ll take this soul that’s inside me now



Estou ali a rir-me, feita parvinha, porque aqueles ramos castanhos, atacaram-me o cabelo e eu não conseguia desprender-me, tenho fotografias desses momentos, se alguém quiser gozar comigo. Ah, e sim, acho que é a segunda vez que ponho esta música no blog num espaço de duas semanas.

i wanted to walk though the empty streets, but all the news reports recommended that i stay indoors


we should have each other to tea huh?


Depois a Anitas chegou, e ficava muito bem no cenário, ou sou a única a achar?
(título: the lovecats - the cure)

29.3.10

mais uma segunda-feira



prometo que amanhã faço algo interessante (ou importante, como estudar).

28.3.10

mais um sábado preguiçoso


quintas & roisin murphy



Let me know when you're lonely babe. Happier now, than i've been in the past. Gone are the days, gone are the tears, that was a girl I used to be. The girl that you see standing in front of you, keeps going on, because she believes, in setting you free. So let me know when you're lonely babe. I turn the other way, i could never turn you down, you turn me on. Don't speak out every meaning. I don't belong to you, like you don't belong to me. So don't hold on too tightly. So let me know when you're lonely babe. Let me know when you're lonely baby. Let me know when you're lonely babe. Let me know when you're lonely baby. Let me know when you're lonely babe. Let me know when you're lonely baby (...)

24.3.10

are you hoping for a miracle? it’s not enough.



Insistes em vestir-te de preto quando vens à luz do sol, e caminhar contra as brisas e o vento que te incrimina quando os pedaços de papel voam e alguém te felicita pelos desenhos que fizeste e dizias serem poemas. É o mais certo, que adores a primavera, mas ainda assim gritas às andorinhas para sairem de perto de ti. Provavelmente também dizes aos desesperados e aos inúteis para confiar um pouco mais em si. Não negues que por vezes pisas os meristemas das plantas para ninguém te dar dessas flores que adoras, mas que te fazem quebrar, de todas as cores que devoras quando finges sono para ninguém saber que estás a sonhar. Nem que enganasses mil advogados a acreditarem na tua inocência, nem que oferecesses trocasses com os mendigos as tuas posses por alguma convalescência, nem que passasses por perigos por alguém a quem falta decência, ainda assim terias esses olhos mortos e essa cara vermelha, que treinas durante horas à frente do teu espelho. A única questão que se pode emancipar, é se finges gostar ou se finges não querer, se finges que precisas de mim ou gostas de me enganar, eu não acredito que se saiba mais nada, mas realmente eu sei que não és assim. Tu sabes, toda a gente que luta contra si mesma, morre sem nunca ver dela o fim.

(acho que deviam passar pelo blog dele, tem para lá alguns poemas bem bem bons)

23.3.10

eu gosto de segundas

22.3.10

retoques



(eu sei que estas fotografias não são nada de especial e são totalmente desnecessárias, mas queria mostrar como sou engraçada a cortar a franja, hein? vá, foi só um pequeno ajuste.)

it's, oh, so quiet, shh shh, it's, oh, so still, shh, shh, until you fall in love

o mundo de pernas p´ro ar

if i lay here, would you lay with me and just forget the world?

too young.

but can't you see i'm lovesick?


eu já vejo primavera em todo o lado


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