30.8.11

Hugo às terças de manhã.

post de menina



Não resisti em mostrar esta mala que comprei no outro dia, e que tenho a sensação que me vai acompanhar nos próximos passeios, compromissos e viagens.

ainda me sabe bem a verão.





Domingo em família.






27.8.11

chocolate quente, amor.

as sextas de manhã.






À mesinha de cabeceira - Torey Hayden.



A pedido de algumas famílias (sempre quis dizer isto no gentesentada) decidi escrever um pouco sobre os livros que vou lendo. Não sei se sou a melhor pessoa para o fazer, pois acabo por de uma maneira ou outra, gostar de tudo o que leio.



Filhos do afecto - Torey Hayden (31 Julho - 8 Agosto)

A prisão do silêncio - Torey Hayden (8 Agosto - 18 Agosto)

Uma criança em perigo - Torey Hayden (18 Agosto - 24 Agosto)



Confesso que não teria lido estes três livros, se eles não me tivessem vindo para às mãos sem eu pedir. Mas é assim que acontece com quase todos os livros que já li, alguém é simpático e empresta-me alguns dos seus livros e eu, geralmente, quero é sempre ler qualquer coisa. Já tinha lido os outros dois livros mais conhecidos da Torey Hayden, "A criança que não queria falar" e "A menina que nunca chorava" e sei, apesar de já ter sido a algum tempo e mal me lembrar das histórias que relatavam, sei que gostei. Não muito, mas gostei.



Quanto a estes três, apesar de a ordem ter sido um pouco ao calhas e não saber qual foi lançado primeiro, julgo que escolhi uma boa ordem. Gostei bastante de "Filhos do afecto", mas não o recomendaria a quase ninguém. "A prisão do silêncio" foi muito mais cativante e comovente e talvez num largo conjunto de sugestões eu até o poderia incluir, quanto a "Uma criança em perigo" não sei ao certo como não tive pesadelos com o que li. É uma história brutal, interessante e com um poder de nos agarrar ao livro. Também é por outro lado uma história que nos deixa mal dispostos, sempre que nos lembramos que isto é uma história verídica.



"Uma criança em perigo":

"Sequiosa de espaços amplos, longe da vida agitada dos grandes centros urbanos, Torey Hayden aceitou um lugar como professora de ensino especial em Pecking, uma pequena cidade americana. Nesta sua nova experiência com crianças marcadas por problemas compormentais. Torey vai encontrar Jadie, uma menina de oito anos que se julga e se comporta como um fantasma, mantendo-se sempre na mesma estranha postura, dobrada sobre si própria como se fechada num mundo de sombras e recusando-se a falar com todos aqueles que lhe são estranhos. Mas Torey, uma personalidade única,que aos seus conhecimentos profundos alia inesgostáveis reservas de criatividade e uma rara capacidade de doação, não desiste, como outros antes dela. No entanto, nada na sua experiência anterior a tinha preparado para o pesadelo de inenarráveis sofrimentos que aquela criança lhe vai desvendando à medida que ganha confiança na única pessoa que a faz sentir-se segura. Torey precisará de muita dedicação e coragem para libertar Jadia das malévolas que lhe roubaram a infância."


Ver a lista de todos os livros, aqui.

prometo que nos próximos meses não vou olhar para este espelho.



fomos jantar à feira.


aos seis meses um livro da Joanne Harris.


O Pedro tem este terrível hábito de dar prendas, qualquer motivo para ele serve para dar prendas. Fizemos seis meses e ofereceu-me um livro da Joanne Harris, que decidimos ler juntos (vamos andar meses com o livro!).

24.8.11

ainda escrevo cartas, e ele também.


nãotemtitulo.

23.8.11

ontem fui à feira com o Hugo e com a T.


Gosto de viver ao pé da feira. Neste momento, estou a ouvir o concerto e apesar de não saber quem é, nem perceber coisa alguma, percorre-me aquela mesma sensação de quando me apercebo da confusão debaixo da janela do meu quarto por causa do restaurante. Este ano, voltei para junto da feira (já tinha vivido, ainda mais perto, quando tinha seis até aos doze anos), e não me podia encontrar mais radiante. Já comi dos maravilhosos gelados, já comi algodão doce, já comi farturas (que foram as melhores de sempre), já levei o Hugo a andar de carrinhos de choque e até já fui a um dos concertos (eu não sou muito dada a concertos), já percorri as "lojas" e já só falta comer cachorros ao jantar, almoçar lá num domingo e comprar uma daquelas pulseiras das coreszinhas. Mas não estou preocupada, amanhã volto lá com o Pedro.

dos rolos.


Decidi que me podia dedicar a um rolo por mês - isto para não ir à falência. Bem sei que metade vai ficar por revelar, ainda assim, o que conta é uma certa intenção e a piada. Desejem-me sorte.

22.8.11



ando a tramar alguma.

19.8.11

hoje ao lanche bebi o melhor sumo de maça, de sempre.

18.8.11

a minha relação com os livros.

A minha relação com os livros ao longo dos anos tornou-se numa adaptação daquele velho ditado com um amor se cura outro (ou algo assim, que nunca soube ao certo se era verdade quando aplicado ao amor), não poderia descrever melhor a satisfação e alivio com que passo de um livro para o outro, nunca deixo mais do que uns minutos (isto é, se já houver outros na mesinha de cabeceira para ler). Não consigo deixar de me sentir um pouco sozinha, desamparada e até triste, quando um livro chega à última página, sendo eu uma devoradora de livros (um mal de família, pelo o que me parece) afeiçoo-me sempre a todas as personagens e durante alguns dias, aqueles em que ando com o livro para trás e para a frente, na cadeira, na carteira, na mão, no chão, na mesa da cozinha, ao lado do computador, quando me deito e quando acordo, aquelas personagens são quase os meus melhores amigos. Depois de algum tempo para aceitar este efeito em mim, com normalidade, aprendi que não podia acabar de ler os meus livros pela manhã, ou acabaria por mergulhar numa estranha nostalgia, aquela mesma nostalgia que nos invade quando numa manhã percebemos que uma amizade que era já não é. Passo esse mesmo dia a tecer comentários sobre o livro com muita mais frequência do que a necessária - pois raramente encontro alguém que já tenha lido os mesmos livros que eu ou que tenha paciência para falar sobre o assunto. Aprendi então, que deveria sempre deixar os últimos capítulos para ler à noite - neste último livro, foi mais durante uma insónia. E a verdade mais estranha, para além do que já vos contei, é que me apego de tal forma aos livros e às personagens, que me consigo lembrar de todas as histórias que li desde que sei ler (mesmo que nunca me lembre de títulos ou autores), que ganhei o terrível hábito de começar as minhas conversas com "Eu li um livro...", e pior ainda quando fico confusa entre a realidade e o livro, e não sei se conheci tal pessoa ou se foi apenas uma personagem que me fez companhia em alguma altura. Mas seja como for, não me prolongo mais no assunto, isto tudo era só para dizer, que para esquecer as saudades que vou sentir do Kevin e da Torey - desta vez, são eles - já comecei a ler outro, pois foi.

o nosso lanche de hoje.




para guardar o inverno, caso ele se esqueça de vir.


16.8.11

hey you.

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