29.1.11








na aula de desenho o pedro fez uma canon toda pipi que tirava umas polaroids encantadores, e aquela sou eu & a marta margarida bonitas.

27.1.11

gosto de ti porque não tens charme, mas tens pinta.

24.1.11






bibliotecas

23.1.11

tenho um plano, o resto são histórias que apanho e penso guardar.

22.1.11




reparei hoje, enquanto fazia qualquer actividade que me permitia um pensamento mais profundo sobre a minha vida - embora me tenha proibido de pensamentos muito profundos sobre o assunto - que nos últimos meses as perguntas tinham sido sempre as mesmas, e quando as perguntas não tinham sido as mesmas, a curiosidade de terceiros remetia-me sempre para o mesmo conflito interior: o que pensas de mim? o que vais fazer com a tua vida? o que sentes por ele? e não sei, sempre me pareceu a resposta mais sincera.





ela diz que nunca viu o inverno no meu quarto.








nem sabes o quanto eu tenho gostado de ti.



põe-me o braço no ombro, eu preciso de alguém. dou-me com toda a gente, não me dou a ninguém. frágil, sinto-me frágil. faz-me um sinal qualquer se me vires falar demais, eu às vezes embarco em conversas banais. frágil, sinto-me frágil. frágil, esta noite estou tão frágil. frágil, já nem consigo ser ágil.


roubou-me a máquina e quis tirar-me uma fotografia, ora bem, nada feito.




16.1.11





(foi mais ao menos assim, tive de imprimir umas fotografias para me servirem de modelo para os esboços que tinha de fazer para a escola, entretanto, estas fotografias deixaram de ser precisas e pronto, foi juntar o útil ao agradável. como maior parte deve reconhecer, as fotografias são todas minhas, menos aquela ali do rapaz (que é muito muito bonita, especialmente a cores) do Seth Restaino, que também já anda pelo o keep the good work going.




everybody's talking how i can't, can't be your love, but i want, want, want to be your love, want to be your love for real. want to be your everything, everything.



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